O conceito de placa vulneravel está perdendo força. Não que o conceito nã seja apropriado, talvez apenas incompleto para justificar os casos de infarto do miocárdio.Isso será discutido no Curso do Professor Valentine Fuster que virá ao Brasil no próximo mês.
Todavia vale a pena ler este conceito , uma vez que sem este qualquer entendimento da atualidade fica impossível.
http://www.rbci.org.br/detalhe_artigo.asp?id=71
Este blog tem como finalidade ser um canal de informações para pacientes, pesquisadores e médicos sobre esta importante moléstia que é a Hipertensão Arterial.Caso você não seja médico ou pesquisador este não é um canal de consultas médicas e apenas seu médico saberá indicar o melhor tratamento para o seu caso.
quarta-feira, 4 de abril de 2012
quarta-feira, 28 de março de 2012
http://www.amjmed.com/article/S0002-9343(11)00383-4/fulltext
Muito interessante a pesquisa que nos mostra a relação da suplementação com cálcio e risco cardiovascular. É muito simples imaginar que osteoporose pode ser curada tomando suplementos de cálcio uma vez que o osso é feito em parte de cálcio, porém a maioria dos pacientes com osteoporose e osteopenia não tem níveis rebaixados no sangue de cálcio, logo sua fixação parece ser o aspecto mais relevante.
Ainda que se estabelecesse uma correlação da queda de cálcio nenhum garantia teríamos de que o cálcio ingerido iria para os ossos. Entretanto parece que nossos genes determinam algo diferente...que este cálcio vá para as placas coronárias e para as válvulas cardíacas.
Muito interessante a pesquisa que nos mostra a relação da suplementação com cálcio e risco cardiovascular. É muito simples imaginar que osteoporose pode ser curada tomando suplementos de cálcio uma vez que o osso é feito em parte de cálcio, porém a maioria dos pacientes com osteoporose e osteopenia não tem níveis rebaixados no sangue de cálcio, logo sua fixação parece ser o aspecto mais relevante.
Ainda que se estabelecesse uma correlação da queda de cálcio nenhum garantia teríamos de que o cálcio ingerido iria para os ossos. Entretanto parece que nossos genes determinam algo diferente...que este cálcio vá para as placas coronárias e para as válvulas cardíacas.
terça-feira, 27 de março de 2012
Após 2 anos , reavaliação da TAVR
Após 2 anos de tratamento com cateter a estenose valvar aórtica o estudo apresentado no ACC-2012 mostra que neste período de tempo não existe vantagem do tratamento cirurgico em relação ao tratamento feito na sala de hemodinâmica. Devemos levar em consideração que o procidimento ainda não é padrão e nem todos médicos hemodinamicistas tem expertise no procedimento e estudos com maior tempo de evolução são necessários para conclusões mais definitivas.
Estudo Romicat II
Com o avanço tecnológico tem se sugerido que o uso da angiotomografia de coronárias posso ser usada como suporte nas Unidades de urgência. Como sabemos que tempo é músculo e quanto mais precoce se estabelece o diagnóstico e se estabelece a terapêutica tanto maior serão as chances do paciente foi testado o uso deste instrumento ( Angio CT de coronárias) contra o tratamento padrão. Naturalemnte nem todos os centros médicos dispõe desta tecnologia mesmo nos Estados Unidos e o custo de tal procedimento é proibitivo para os países emergentes como o Brasil, todavia o estudo abre uma perspectiva positiva, uma vez que mostrou que naquele país (EUA) não houve aumento substancial dos custos quando comparados os 2 cenários, entretanto temos que levar em consideração novamente que os recursos econômicos disponíveis aos tratamentos médicos padrão naquele país são muito superiores que aqui. Vale a leitura.
Mais uma a favor da cirurgia de revascularização do miocárdio neste congresso da ACC-2012 em Chicago. Existiam muitos estudos menores comparando revascularização cirugica do miocárdio contra Angioplastia e de certo modo inconclusivos. Este estudo grande mostrou que em pacientes estaveis e com lesões multiarteriais com mais de 65 anos após 1 ano existe uma redução de 20% do risco de mortalidade a favor do grupo cirurgia.
segunda-feira, 26 de março de 2012
Estudo MASS II - Revisistanto 10 anos depois.
Desde 1995 médicos do Instituto do Coração em São Paulo tentam responder atavés de evidências ciêntificas sólidas qual é o melhor tratamento para pacientes assintomáticos ou oligosintomáticos com 3 artérias coronárias comprometidas. Foram comparados o tratamento clínico otimizado, o tratamento cirúrgico e a Angioplastia coronariana.
Nos resultados iniciais imaginava-se que os tratamentos se equivaliam em face aos números apresentados em diversos congressos, todavia revisitando os achados antigos com novos pacientes alocados para o estudo em 10 anos os autores perceberam superioridade do tratamento cirúrgico em vários desfechos que o estudo contemplou.
Vale a pena a leitura : http://cientifico.cardiol.br/cardiosource2/doenca-art-coronaria/int_artigo21.asp?cod=138
Nos resultados iniciais imaginava-se que os tratamentos se equivaliam em face aos números apresentados em diversos congressos, todavia revisitando os achados antigos com novos pacientes alocados para o estudo em 10 anos os autores perceberam superioridade do tratamento cirúrgico em vários desfechos que o estudo contemplou.
Vale a pena a leitura : http://cientifico.cardiol.br/cardiosource2/doenca-art-coronaria/int_artigo21.asp?cod=138
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